Autor: webmasterkieling

  • Diretoria do ONR marca presença no II Encontro dos Registradores de Imóveis do Rio de Janeiro

    Em 21/10/2025


    Evento realizado de 15 a 17 de outubro no Centro de Convenções Bolsa do Rio reuniu lideranças nacionais.


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    II Encontro dos Registradores de Imóveis do Estado do Rio de Janeiro, realizado nos dias 15, 16 e 17 de outubro, no Centro de Convenções Bolsa do Rio, reuniu dirigentes nacionais e oficiais de Registro de Imóveis de todo o país em um ciclo de palestras que discutiu as principais tendências e desafios da atividade registral. Governança, padronização de serviços, integração tecnológica, regularização fundiária e os limites éticos da Inteligência Artificial foram os temas centrais do evento, que consolidou o Rio de Janeiro como palco de reflexões estratégicas para o futuro da atividade no Brasil.


    Abrindo o encontro, Juan Pablo Correa Gossweiler, presidente do Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR), apresentou um planejamento estratégico de longo prazo para o setor, com metas para os próximos 5, 10 e 15 anos. Baseado na análise de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, o projeto prevê maior integração entre as três entidades nacionais: RIB (institucional), IRIB (acadêmico) e ONR (tecnológico).


    Segundo Gossweiler, será criado um Conselho permanente entre presidentes e vices, com reuniões mensais, para alinhar as pautas estratégicas. Ele também destacou a importância de padronizar os serviços prestados pelos mais de 3.600 Registros de Imóveis do país, usando a tecnologia e a inteligência artificial para reduzir falhas e desigualdades.


    Ao detalhar a atuação do ONR, apontou três pilares: integração das serventias ao sistema eletrônico, desenvolvimento de um registro 100% digital e estruturado e aprimoramento de plataformas já existentes, como o RI Digital e a CNIB 2.0. “Hoje entregamos documentos digitalizados, mas o objetivo é que tudo passe a tramitar em dados estruturados, com maior segurança e eficiência”, afirmou.


    Ainda no primeiro dia, o presidente do Registro de Imóveis do Brasil (RIB), Ari Ávares Pires Neto, reforçou a necessidade de fortalecer a identidade nacional dos registradores. Ele destacou a adoção de uma marca unificada pelas seções estaduais e defendeu a divisão clara de papéis entre as entidades do setor.


    O presidente do RIB apontou ainda a regularização fundiária como “carro-chefe” da atividade, por promover cidadania, segurança jurídica e benefícios ambientais. “A regularização fundiária gera cidadania e, ao mesmo tempo, contribui para a preservação ambiental, por meio de averbações, georreferenciamento e certificações”, disse.


    No campo legislativo, fez alertas sobre propostas que poderiam fragilizar as atribuições registrais, como a PEC 65/2023 e o PL 2926, além da resolução do Cofeci que buscava a exclusividade para corretores na emissão de tokens imobiliários. “Não somos contrários à inovação tecnológica, mas qualquer avanço deve respeitar a competência legal dos serviços registrais”, afirmou.


    No segundo dia, a tecnologia aplicada ao território foi destaque na palestra de Thaís Viegas, oficial do 4º Ofício de Campos de Goytacazes – RJ e Fernando Puppo, diretor do ONR, que abordaram o uso do Sistema de Informações Geográficas (SIG) e do geoportal do Registro de Imóveis.


    Thaís explicou que o geoportal integra dados cadastrais, registrais e administrativos em ambiente digital e ressaltou a possibilidade de incluir QR Codes em matrículas, permitindo que cidadãos acessem diretamente a localização georreferenciada dos imóveis.


    Já Puppo apresentou orientações práticas para que os Cartórios iniciem o processo de criação do mosaico registral, começando pelos imóveis rurais já certificados pelo Incra. Também destacou a diferença entre sobreposição formal — falhas técnicas toleráveis — e material, que de fato configuram conflitos. “Não podemos confundir sobreposição cartográfica com conflito jurídico de propriedade. O Mapa é um aliado da segurança registral”, explicou


    O último dia do encontro foi dedicado à Inteligência Artificial (IA). Fernando Nascimento, vice-presidente do ONR, destacou que a IA é uma revolução “100 vezes mais potente que a internet ou o celular”, mas que exige cautela. “A Inteligência Artificial pode ser uma assistente, um apoio, mas nunca substituirá a função do registrador. A responsabilidade continua sendo nossa”, afirmou.


    Nascimento chamou atenção para os riscos de vazamento de dados e de dependência de ferramentas estrangeiras e defendeu a criação de diretrizes claras de governança. O ONR, segundo ele, já desenvolve um laboratório de IA e diretrizes alinhadas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para garantir o uso seguro, ético e transparente.


    Complementando a visão, Leandro Botelho, oficial do 2º Ofício de São Pedro da Aldeia (RJ), destacou a velocidade das transformações tecnológicas e a necessidade de adaptação. “Estudos apontam que até 2030, 85% das ocupações serão novas. Temos duas opções: paralisar diante do medo ou estudar, acompanhar e nos adaptarmos”, afirmou


    Por fim, o evento demonstrou que o setor vive um momento de grande transformação. Desde reflexões estratégicas sobre defesa institucional até as oportunidades e riscos da Inteligência Artificial. Dessa maneira, o Encontrou aprofundou ainda mais o debate sobre o futuro do registro imobiliário, demonstrando suas diretrizes em pilares como a modernização tecnológica, padronização de procedimentos e supervisão humana permanente. Entre inovação e responsabilidade, o consenso foi unânime: somente com equilíbrio entre tecnologia e segurança jurídica será possível consolidar um sistema registral eficiente, transparente e preparado para os próximos anos.


    Fonte: ONR.










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  • RIB emite Nota Técnica sobre Regularização Fundiária Urbana

    Em 21/10/2025


    Documento esclarece aplicação nacional da REURB e reafirma viabilidade jurídica do procedimento.


    O Registro de Imóveis do Brasil (RIB) emitiu a Nota Técnica n. 3/2025 (NT), cujo objetivo foi examinar “a viabilidade jurídica da implementação da Regularização Fundiária Urbana (REURB) em âmbito nacional, com base na Lei Federal nº 13.465/2017 e no Decreto nº 9.310/2018.” A NT foi assinada pelo Presidente do RIB, Ari Álvares Pires Neto, e pelo Presidente do Conselho de Administração da entidade, Ricardo Martins.


    Segundo a notícia publicada pelo RIB, “a Nota Técnica destaca que a REURB é um procedimento administrativo e extrajudicial, cuja principal finalidade é promover o direito à moradia digna e a função social da propriedade. O processo resulta na emissão da Certidão de Regularização Fundiária (CRF), título apto ao ingresso no Registro de Imóveis, garantindo a segurança jurídica e a titulação dos ocupantes.


    Conforme o documento, “há plena viabilidade jurídica para a implementação da REURB em todo o território nacional, inclusive em núcleos consolidados após 22 de dezembro de 2016, desde que utilizados os instrumentos jurídicos adequados.” A NT recomenda aos Registradores de Imóveis que “acolham os títulos de regularização fundiária apresentados, observando rigorosamente os requisitos legais e normativos, assegurando a eficácia e a segurança jurídica dos registros de REURB em todas as unidades da Federação.


    Além disso, em sua conclusão, a Nota Técnica afirma que “não há óbices legais de caráter geral que impeçam os Registradores de Imóveis de procederem aos registros fundiários em qualquer estado do país. Ao contrário, há um claro comando legal, respaldado por uma necessidade social urgente, para que esses registros sejam efetivados com celeridade, garantindo a titulação e a inserção formal de milhões de famílias no sistema jurídico de propriedade.


    Leia a íntegra do documento.


    Fonte: IRIB, com informações do RIB.










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  • CAPADR aprova prorrogação do prazo para georreferenciamento de imóveis rurais

    Em 21/10/2025


    PL prorroga prazo até 2030. Texto substitutivo ainda será analisado pela CCJC.


    Foi aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados (CAPADR) o texto substitutivo de Projeto de Lei (PL) que amplia o prazo para georreferenciamento de imóveis rurais até 2030. O Relator do substitutivo foi o Deputado Federal Thiago Flores (REPUBLICANOS-RO), e incorpora os PLs ns. 1.664/2025 e 1.294/2025.


    De acordo com a notícia publicada pela Agência Câmara de Notícias, o objetivo inicial era adiar a exigência até 2030 para imóveis com área inferior a 25 hectares. Entretanto, Flores decidiu estender a prorrogação a todos os imóveis sujeitos à obrigação. A medida, de acordo com a notícia, “se justifica em razão das dificuldades ainda enfrentadas pelos proprietários de imóveis rurais em aderir à base territorial georreferenciada do País.


    Para Flores, “a prorrogação não deve se limitar apenas aos imóveis com área inferior a 25 hectares.” O Deputado ainda afirmou que “o substitutivo incorpora os objetivos de ambas proposições para oferecer uma solução legislativa mais abrangente, coerente e célere.


    A matéria foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), onde, até a presente data, aguarda a designação de Relator.


    Fonte: IRIB, com informações da Agência Câmara de Notícias e da Câmara dos Deputados.










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  • Criadora do CEI-MT é homenageada pela ANOREG/MT

    Em 21/10/2025


    Maria Aparecida Bianchin idealizou a plataforma que transformou a realidade dos cartórios mato-grossenses.


    A idealizadora e responsável pela criação da Central Eletrônica de Integração e Informações do Estado do Mato Grosso (CEI-MT), Maria Aparecida Bianchin, foi homenageada pela Associação dos Notários e Registradores do Estado do Mato Grosso (ANOREG/MT). A plataforma, além de se tornar um marco de modernização da atividade notarial e registral, transformou a realidade das Serventias Extrajudiciais do Estado.


    Segundo a notícia publicada pela Associação, “a Central Eletrônica de Integração e Informações nasceu com o propósito de promover transparência, agilidade e segurança jurídica, permitindo o compartilhamento de dados e informações entre os cartórios, órgãos públicos e a sociedade. Com sua implantação, o sistema extrajudicial mato-grossense passou a contar com uma ferramenta moderna que simplificou processos; reduziu custos operacionais; e fortaleceu a integração institucional, beneficiando não apenas os notários e registradores, mas toda a população.


    A ANOREG/MT também destacou que “sob a liderança de Maria Aparecida Bianchin, a CEI-MT consolidou-se como um instrumento essencial de gestão e inovação, elevando o padrão de qualidade dos serviços prestados e colocando Mato Grosso em posição de destaque no cenário nacional. Sua contribuição vai muito além da criação de um sistema eletrônico – representa um legado de dedicação, visão estratégica e amor pela classe.


    Para a homenageada, “a criação da Central Eletrônica de Integração e Informações foi resultado de um grande trabalho coletivo, construído com o apoio e a confiança de muitos colegas notários e registradores; da Anoreg-MT; e da Corregedoria-Geral da Justiça.” Maria Aparecida ainda ressaltou que se sente “honrada por ter contribuído com essa evolução e profundamente agradecida por fazer parte de uma categoria tão comprometida com a excelência.


    Leia a íntegra da notícia.


    Fonte: IRIB, com informações da ANOREG/MT.










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  • Registro entregue pelo TJMA reforça proteção do Parque dos Lençóis Maranhenses


    Além do homenageado, participaram do evento: o presidente do TJMA, desembargador Froz Sobrinho; a presidente da Alema, deputada Iracema Vale; o ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do STJ; a secretária do Patrimônio da União (SPU), Carolina Gabas Stuchi; a secretária nacional de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática, Rita Mesquita; desembargadores/as, juízes/as, deputados/as, prefeitos e outras autoridades de poderes das esferas estadual, municipal e federal, além de familiares e amigos de Carlos Pires Brandão.


    Foto horizontal da entrega registro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Uma longa mesa de cor marrom ocupa o centro da imagem, onde estão sentadas várias autoridades. Eles estão vestidos de forma formal (ternos, etc.). Há uma plateia na parte inferior da imagem, de costas para a câmera, assistindo ao evento e aplaudindo. Uma grande tela de vídeo (ou painel) no fundo exibe a logomarca da ALEMA (Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão) e informações sobre o evento.


    A ação de regularização da matrícula imobiliária, promovida pelo TJMA, reforça a proteção jurídica, fundiária e ambiental da unidade de conservação, elevada à categoria de Patrimônio Natural da Humanidade, em agosto passado, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), 44 anos depois da criação do Parque, por meio do Decreto Federal nº 86.060, de 2 de junho de 1981.


    Foto horizontal da entrega do registro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. O desembargador Froz Sobrinho está em pé, à esquerda, fazendo um discurso. Ele veste um terno escuro, segura um objeto pequeno na mão esquerda e gesticula com a mão direita, com um microfone à sua frente. Diversas autoridades, todas de terno, estão sentadas à mesa, atentas ao orador. Um arranjo de flores amarelas (girassóis) decora a mesa em primeiro plano. A grande tela de vídeo exibe informações sobre o evento: À esquerda, os detalhes da homenagem.


    É como se fosse a criança. A criança nasce, ela tem que ter uma certidão de nascimento, para ser protegida nos seus direitos. O Parque está recebendo sua certidão de nascimento, que é a matrícula no devido cartório imobiliário da cidade de Barreirinhas, que vai se espelhar às cidades de Santo Amaro, Primeira Cruz e Humberto de Campos”, comparou o desembargador Froz Sobrinho.


    Com a matrícula do imóvel, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses passa a integrar o registro de imóveis do Brasil, controlado pelo CNJ e pelo Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR).


    VÍDEO E ENTREGA


    Antes da entrega do documento, foi exibido um vídeo apresentado pela diretora-geral do TJMA, juíza Ticiany Gedeon Palácio, mostrando toda a trajetória percorrida até o reconhecimento do registro imobiliário.


    A deputada estadual Vivianne Martins convidou o desembargador Froz Sobrinho, a deputada Iracema Vale, além dos ministros Carlos Pires Brandão e Reynaldo Fonseca, para a entrega dos registros à secretária nacional do Patrimônio da União (SPU), Carolina Stuchi, representando a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; à chefe do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, Cristiane Figueiredo, representando o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Pires; e à secretária nacional de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática, Rita Mesquita, representando a ministra Marina Silva.


    A gente consegue a matrícula para o Parque dos Lençóis Maranhenses e, com isso, garantir que, de fato, ele seja um patrimônio, não só do povo brasileiro, mas para a humanidade, e consiga perpetuar para as próximas gerações, dar regularidade para isso e garantir os limites e a proteção ambiental que essa área precisa, para que a gente possa usufruir e que toda a humanidade possa usufruir”, avaliou a secretária nacional do Patrimônio da União, Carolina Stuchi.


    Também participaram do ato, o prefeito de Bacabal, Roberto Costa, presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem); e o prefeito de Santo Amaro do Maranhão, Leandro Moura, representando os municípios do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.


    ACOLHIDO PELO TJMA


    O ministro Carlos Pires Brandão foi um dos grandes apoiadores institucionais do registro imobiliário do Parque, por meio de interlocução em rede colaborativa com órgãos do governo federal, responsáveis pela solicitação. Ele agradeceu a todas as instituições que colaboraram para o sucesso da iniciativa, especialmente ao desembargador Froz Sobrinho, ao advogado-geral da União, ministro Jorge Messias, e à deputada Iracema Vale.


    Foto horizontal da entrega de registro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Um homem, que é o homenageado da solenidade (o ministro Carlos Augusto Pires Brandão), está em pé à esquerda, sorrindo e aplaudindo. Ele veste um terno e usa uma medalha no peito. Um microfone está posicionado à sua frente. A mesa de madeira está em primeiro plano, com um arranjo de flores amarelas (girassóis e folhagens) em destaque. Vários homens em trajes formais (ternos) estão sentados à mesa, também aplaudindo. A grande tela de vídeo no fundo exibe: Um close-up (em tempo real) do orador no púlpito. Trechos do texto sobre a solenidade, incluindo menções à "Entrega do Título de Cidadão Maranhense" e a "Medalha Manuel Beckman" ao Ministro Carlos Augusto Pires Brandão. É possível ver uma intérprete de Libras no canto inferior direito da projeção.


    Um dia muito especial, uma gratidão de receber essas duas lindas homenagens, que alcançam o meu coração de forma muito pungente, e dizer que isso também é uma renovação de compromissos com o meu estado do Maranhão, que eu aprendi, desde berço, porque minha mãe é do sul do Maranhão”, revelou Carlos Pires Brandão.


    A presidente da Assembleia Legislativa reforçou a importância do ato.


    Foto horizontal da entrega do registro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. A deputada Iracema Vale está em pé, em primeiro plano à direita, fazendo seu discurso. Ela veste um blazer azul-claro e está gesticulando com as mãos. O microfone está posicionado à sua frente no púlpito de madeira. Diversas autoridades, majoritariamente homens de terno, estão sentadas à longa mesa de madeira em segundo plano, acompanhando o discurso. Um arranjo floral com girassóis está em destaque na frente da mesa e do púlpito. A tela de vídeo no fundo reforça o contexto do evento: Exibe a logomarca da ALEMA e o título da solenidade.


    A entrega do registro imobiliário do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses representa um marco histórico, não só para o Maranhão, mas para todo o Brasil. São mais de quatro décadas de espera, desde a criação dessa unidade de conservação, em 1981, até a consolidação jurídica das suas terras, um dos mais belos e singulares ecossistemas do planeta”, descreveu Iracema Vale.


    ESFORÇOS COORDENADOS


    O desembargador Froz Sobrinho disse que a abertura de matrícula do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, em nome da União Federal, representa um marco institucional relevante, resultado de esforços coordenados entre diversos órgãos públicos.


    O presidente do TJMA destacou que acolheu a solicitação formulada pela Secretaria do Patrimônio da União, vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, com parecer favorável da Advocacia-Geral da União, do ICMBio e do INCRA, diante também da manifestação favorável do Núcleo de Governança Fundiária da Presidência do Tribunal, reconhecendo o relevante interesse público envolvido, especialmente no que tange à proteção ambiental, à sustentabilidade e à necessidade de conferir segurança jurídica ao território.


    O magistrado determinou à Serventia Extrajudicial do Ofício Único de Barreirinhas que procedesse à abertura de matrícula do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, em nome da União Federal, alcançando, ainda, os cartórios de Santo Amaro e de Primeira Cruz, que realizaram a abertura das matrículas respectivas.


    Essa medida visa dar cumprimento ao princípio da publicidade registral, previsto na legislação brasileira, fortalecendo a transparência da atuação estatal e assegurando a regularização dominial de território de reconhecido valor ecológico, histórico e cultural, recentemente declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO”, enfatizou Froz Sobrinho.


    O desembargador afirmou que, para a sociedade, a efetivação do registro representa um passo decisivo para o fortalecimento das políticas públicas de conservação ambiental e de ordenamento territorial. Disse que a matrícula do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses garantirá maior segurança jurídica ao poder público e às comunidades tradicionais que vivem e dependem da área, além de assegurar instrumentos mais eficazes de proteção da biodiversidade, compatíveis com os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no âmbito da Agenda 2030 da ONU e da Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas.


    Trata-se, portanto, de uma ação de grande relevância institucional, jurídica e socioambiental, que fortalece a governança fundiária no Estado do Maranhão e reforça o papel do registro público como instrumento essencial à efetivação de direitos, à proteção do meio ambiente e à construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para as futuras gerações”, enfatizou Froz Sobrinho. 


    A iniciativa é fruto de um processo de construção interinstitucional, desenvolvido há mais de um ano, por meio de reuniões técnicas e jurídicas promovidas pelo TJMA, Governo do Maranhão, Assembleia Legislativa, SPU, ICMBio, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), CNJ, Justiça Federal, INCRA e demais instituições parceiras.


    Dos 75 parques nacionais existentes no Brasil, que, somados, abrangem cerca de 26 milhões de hectares, distribuídos por todos os estados da federação, apenas cerca de 20 possuem registro imobiliário formalizado no todo ou em parte em cartório, segundo o ICMBio. 


    HOMENAGEM AO MINISTRO


    Antes da cerimônia de entrega do título imobiliário, a Assembleia Legislativa entregou o título de Cidadão Maranhense e a Medalha do Mérito Legislativo Manuel Beckman ao ministro Carlos Pires Brandão. A deputada Dra. Vivianne e o deputado Cláudio Cunha foram os autores das propostas de concessão das homenagens. Ambos descreveram a biografia e a vasta folha de serviços prestados pelo ministro ao Maranhão. 


    Carlos Pires Brandão foi um dos idealizadores do projeto Praça da Justiça e Cidadania: Uma solução multi-institucional, à época como desembargador federal do TRF 1ª Região, iniciativa desenvolvida em parceria com o TJMA, com participação de outros órgãos. Também desenvolveu atividades que colaboraram para o sucesso do Projeto Alcântara, que promoveu a regularização fundiária em comunidades quilombolas, e ajudou a levar a Justiça Federal a distantes localidades do Estado, entre outras coisas. 


    “Como a gente já considera esse amor que ele tem pelo Maranhão, nada mais justo do que casar essa titularidade dos Lençóis Maranhenses com uma grande homenagem a esse grande homem, que é o ministro Carlos Brandão”, destacou Iracema Vale.


    “O ministro Brandão é muito querido, do Superior Tribunal de Justiça, e é uma honra recebê-lo, ele já é um maranhense de coração, participa de várias etapas do desenvolvimento e proteção do Maranhão, uma delas é o Parque”, elogiou o desembargador Froz Sobrinho. 


    O ministro Reynaldo Fonseca ressaltou que a Assembleia Legislativa homenageou um magistrado com mais de 30 anos de atuação no sistema de justiça e revelou relação de amizade de muitos anos com o homenageado.


    Foto horizontal da entrega do registro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. O ministro Reynaldo Soares da Fonseca está em pé à esquerda, discursando. Ele veste um terno escuro com uma gravata azul-clara e gesticula com as mãos. Em primeiro plano, uma parte da mesa de madeira está decorada com um arranjo de girassóis. Quatro autoridades estão sentadas, atentas ao orador. A grande tela de vídeo no fundo fornece o contexto do evento: Exibe a logomarca da ALEMA.


    “Parabéns à Assembleia Legislativa do Estado Maranhão, por esta honraria. Parabéns ao homenageado por, finalmente, ser maranhense no papel, pois maranhense já era no seu sangue”, saudou Reynaldo Fonseca.


    Também participaram do evento, os desembargadores José Jorge Figueiredo (corregedor-geral do Foro Extrajudicial), Ricardo Duailibe, Eulálio Figueiredo, Tyrone Silva, Raimundo Barros; as desembargadoras Francisca Galiza, Graça Amorim; a desembargadora aposentada Oriana Gomes; diretores/as do Judiciário maranhense; a diretora de Caracterização e Incorporação da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Thaís Brito de Oliveira; o juiz Coordenador do Núcleo de Governança Fundiária do Tribunal, Douglas Lima da Guia; a coordenadora do Núcleo de Governança Fundiária do Tribunal, juíza Arianna rodrigues de Carvalho Saraiva; o membro do Núcleo de Governança Fundiária, Daniel Pereira de Souza; além de Renato Madeira Reis (oficial do Cartório de Registro de Imóveis de Barreirinhas); prefeitos e registradores dos três municípios que integram a área do parque, entre outras autoridades.


    Veja álbum de imagens do repórter fotográfico Ribamar Pinheiro.


    Fonte: Agência TJMA de Notícias.



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  • ANOREG/BR, CNR e Grupo TXAI promovem “Semana do Desenvolvimento Emocional”

    Em 20/10/2025


    Iniciativa integra o Programa Desenvolve e será realizada entre os dias 20 e 24 de outubro.


    Com o objetivo de promover ações de conscientização, capacitação e cuidado emocional voltadas à titulares e colaboradores das Serventias Extrajudiciais brasileiras, a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (ANOREG/BR) e a Confederação Nacional de Notários e Registradores (CNR), em parceria com o Grupo TXAI, lançam oficialmente a “Semana do Desenvolvimento Emocional”. A iniciativa integra o Programa Desenvolve e será realizada entre os dias 20 a 24 de outubro, com o lema “Cuidar da mente também é desenvolver pessoas”.


    De acordo com a ANOREG/BR, “a programação será dedicada à saúde mental no ambiente de trabalho, em consonância com as diretrizes da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que determina medidas de prevenção e promoção da saúde e segurança dos trabalhadores.” A Associação também ressalta que “a programação inclui dois webinars nacionais, uma ferramenta interativa de autodiagnóstico de Saúde Emocional e uma campanha de boas práticas de cuidado, com o intuito de inspirar serventias de todo o Brasil a adotarem medidas permanentes de prevenção e bem-estar.


    Webinars “Saúde Mental e o Cumprimento da NR-1 nos Cartórios” e “Cuidar é Gestão: o papel do líder no equilíbrio emocional das equipes”


    Será transmitido, no dia 21/10/2025, a partir das 19h (horário de Brasília), o primeiro webinar da semana, intitulado “Saúde Mental e o Cumprimento da NR-1 nos Cartórios”. O webinar abordará as responsabilidades previstas na NR-1.


    O segundo webinar da semana terá uma abordagem mais humana e será transmitido no dia 23/10/2025, no mesmo horário, com o tema “Cuidar é Gestão: o papel do líder no equilíbrio emocional das equipes”. Neste webinar serão debatidas práticas de liderança empática e estratégias para lidar com o estresse, a sobrecarga e os desafios emocionais do dia a dia.


    A ANOREG/BR destaca que os eventos “serão transmitidos pelo canal da ANOREG/BR no YouTube e contarão com certificado de participação gratuito mediante inscrição.


    Plataforma Interativa de Autodiagnóstico de Saúde Emocional


    A ANOREG/BR ainda informa que, durante a Semana será lançada a Plataforma Interativa de Autodiagnóstico de Saúde Emocional, que permitirá que “titulares e colaboradores avaliem o nível de bem-estar emocional de suas equipes e recebam orientações personalizadas sobre ações de autocuidado e equilíbrio no ambiente de trabalho.” Desenvolvida pela Associação, a plataforma conta com recursos da CacIA PRO, a inteligência artificial da ANOREG/BR que será oficialmente lançada no Congresso da entidade.


    Vale lembrar que, de acordo com a ANOREG/BR, “a Semana do Desenvolvimento Emocional dá continuidade à série de ações promovidas pelo Programa Desenvolve, que já realizou semanas temáticas sobre gestão da qualidade, gestão ambiental e desenvolvimento de pessoas, consolidando um ciclo permanente de aprendizado, troca e aprimoramento entre as serventias extrajudiciais.


    Leia a íntegra da notícia.


    Fonte: IRIB, com informações da ANOREG/BR. 










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  • STJ valida doação disfarçada de empréstimo mesmo sem escritura pública ou instrumento particular

    Em 20/10/2025


    Acórdão foi proferido pela Terceira Turma. Ministra Nancy Andrighi foi a Relatora.


    A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu ser válida uma doação dissimulada de empréstimo ainda que inexista escritura pública ou instrumento particular. No caso em tela, um homem tentava impedir sua ex-esposa de vender fazenda adquirida com recursos supostamente emprestados por ele enquanto casados. O Acórdão, que tramita em segredo de justiça, teve como Relatora a Ministra Nancy Andrighi.


    Conforme a notícia publicada pela Corte, a Ministra observou que “a simulação foi verificada em documentos contábeis do casal, elaborados sob orientação do recorrente, sem participação direta da esposa” e que “durante o casamento sob o regime de separação de bens, a mulher recebeu como doação do marido uma fazenda. Após o divórcio, ela vendeu o imóvel, o que levou o ex-cônjuge a ajuizar ação de cobrança com o argumento de que o negócio só ocorreu porque ele emprestou parte do valor à então esposa.


    Além disso, a notícia afirma que “as instâncias ordinárias afastaram a configuração de empréstimo e reconheceram que a doação dissimulada foi o meio utilizado para conferir lastro financeiro à ex-esposa, que não tinha condições financeiras de comprar o imóvel com recursos próprios. Confirmando a sentença, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) apontou que o negócio dissimulado configura vício de natureza relativa, pois a operação foi válida em sua forma e substância.


    De acordo com o STJ, ao julgar o caso, a Ministra destacou que a simulação relativa ocorre quando as partes de uma doação informam a celebração de empréstimo, com a finalidade de evitar a incidência de impostos e outras formalidades. Ademais, “de acordo com a ministra, levando-se em conta a necessidade de preencher todos os requisitos formais para reconhecimento do negócio dissimulado, em regra, a validade da doação dissimulada dependeria de sua formalização por escritura pública ou contrato particular, como prevê o artigo 541 do Código Civil. No entanto – prosseguiu –, ficando comprovada a transferência gratuita de patrimônio por liberalidade, a falta de instrumento escrito não pode beneficiar quem tentou mascarar a doação.


    Para a Relatora do Acórdão, “exigir a solenidade do artigo 541 do Código Civil significaria reconhecer a invalidade da doação. Com isso, proteger-se-ia o doador que tenta dissimular, por motivos pessoais, o verdadeiro negócio jurídico celebrado e se prejudicariam terceiros.


    Fonte: IRIB, com informações do STJ.










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  • Folha de São Paulo: “Banco Mundial convida Brasil para apresentar plataforma de cartórios digitais”

    Em 20/10/2025


    Fórum internacional “Law, Justice and Development Week 2025” será realizado em Washington.


    O jornal “Folha de São Paulo” publicou uma matéria assinada pela jornalista e colunista Mônica Bergamo intitulada “Banco Mundial convida Brasil para apresentar plataforma de cartórios digitais”. O fórum internacionalLaw, Justice and Development Week 2025, promovido pelo Banco Mundial, será realizado entre os dias 3 e 5 de novembro, em Washington, nos Estados Unidos.


    Segundo a matéria, o Banco Mundial convidou o Brasil para apresentar a plataforma e-Notariado. “Desenvolvido em 2020, o sistema permite a realização de escrituras, procurações, testamentos, autenticações e reconhecimentos de firma de forma totalmente eletrônica, com validade jurídica. Segundo o Colégio Notarial do Brasil (CNB/CF), mais de 8,2 milhões de atos digitais já foram praticados pela ferramenta, que se tornou referência internacional entre os 94 países que integram a União Internacional do Notariado – grupo que reúne nações como França, Alemanha, Espanha, China e Argentina”, destaca o jornal.


    Mônica Bergamo ainda ressalta que “a entidade apresentará a plataforma em um painel sobre inovações jurídicas aplicadas ao desenvolvimento, que reunirá autoridades e acadêmicos para debater a modernização institucional em escala global” e que “o sistema digital brasileiro também é apontado como uma das principais ferramentas de desburocratização e ampliação do acesso aos serviços notariais, permitindo a assinatura de documentos com certificação criptográfica e videoconferência, sem a necessidade de deslocamento físico.


    Fonte: IRIB, com informações da Folha de São Paulo.










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  • Limites legais e garantias aplicáveis à atuação dos Cartórios foram temas do “STJ No Seu Dia”

    Em 17/10/2025


    No podcast, Tiago Gomide entrevistou a Tabeliã de Notas, Virgínia Arrais.


    O podcastSTJ No Seu Dia”, produzido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), apresentou o tema “Limites e garantias na atuação dos cartórios extrajudiciais”. O episódio foi conduzido pelo jornalista Thiago Gomide, que entrevistou a Tabeliã de Notas do 32º Ofício do Rio de Janeiro/RJ e Especialista em Direito Notarial e Registral, Virgínia Arrais. No episódio, Virgínia Arrais, tendo como base a jurisprudência da Corte, aborda temas como a ausência de personalidade jurídica dos Cartórios e a responsabilidade civil dos Titulares, dentre outros.


    Além disso, segundo o STJ, a entrevistada ainda “analisa as implicações dessas decisões para o funcionamento dos serviços extrajudiciais, a transparência nas receitas e despesas das serventias e os impactos para a população que depende de serviços como registros civis, lavratura de escrituras públicas e autenticação de documentos.


    A íntegra do episódio pode ser conferida abaixo:



    Sobre o “STJ No Seu Dia”


    O “STJ No Seu Dia” é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), estando disponível no canal do STJ no Spotify, bem como em outras plataformas de áudio. No programa são debatidas, em entrevistas conduzidas com linguagem clara e acessível, questões institucionais ou jurisprudenciais do STJ.


    Fonte: IRIB, com informações do STJ e Spotify.










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  • ExpoJud 2025 teve painel destinado aos desafios dos Cartórios Digitais

    Em 17/10/2025


    Apresentação do tema foi realizada pelo Presidente e pela Diretora da ANOREG/BR.


    O ExpoJud 2025, maior evento de inovação, tecnologia e transformação digital do ecossistema de Justiça brasileiro, teve um painel destinado a debater os desafios de conciliar inovação e tradição pelos Cartórios Digitais, apresentado pelo Presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (ANOREG/BR), Rogério Portugal Bacellar, e pela Diretora da Associação, Fernanda Abud Castro.


    Segundo a matéria publicada pela ANOREG/BR, o painel aconteceu no dia 15/10/2025 e “reuniu especialistas e lideranças do setor público e privado para discutir os avanços da digitalização dos serviços notariais e registrais.” Segundo Fernanda Castro, “saímos da era do papel e chegamos à era da inteligência artificial. Hoje, o cidadão pode acessar serviços notariais e registrais de qualquer lugar do Brasil com a mesma validade jurídica, transparência e confiança que sempre caracterizaram os Cartórios.


    A Associação também ressaltou que um dos pontos altos do painel foi a apresentação da plataforma “CacIA” (Cartórios Conectados com Inteligência Artificial), a nova assistente virtual da ANOREG/BR. “Desenvolvida para aproximar cidadãos, titulares e instituições dos serviços extrajudiciais, a CacIA representa o próximo passo da modernização da atividade. Multiplataforma e acessível, ela utiliza linguagem simples e precisa para oferecer informações, orientações e apoio técnico sobre atos, documentos, programas e boas práticas”, destaca a Associação.


    Leia a íntegra da matéria.


    Fonte: IRIB, com informações da ANOREG/BR.










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